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    28/05/2019 às 09:18:48
    31 de maio - Dia Mundial sem Tabaco

    créditos:

    Nesta semana celebramos o Dia Mundial sem Tabaco. O dia 31 de maio foi instituído em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.


    A campanha do Dia Mundial sem Tabaco é uma oportunidade anual para aumentar a conscientização sobre os efeitos nocivos e mortais do uso do tabaco e da exposição ao fumo passivo, e para desencorajar o uso do tabaco em qualquer forma. Segundo a OMS, o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Destes, o tabagismo é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), 30% por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, estômago e fígado), 25% por doença coronariana (angina e infarto) e 25% por doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral – AVC).


    Além de estar associado às DCNT, o tabagismo também é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras (INCA, 2018). O consumo de tabaco e seus derivados mata milhões de indivíduos a cada ano. Se a tendência atual continuar, a previsão é de que em 2030 o tabaco matará cerca de oito milhões de pessoas por ano, sendo que 80% dessas mortes ocorrerão em países de baixa e média rendas (WHO, 2011).


    A epidemia global do tabaco mata mais de sete milhões de pessoas por ano, das quais, cerca de 900 mil são não fumantes que morrem por respirar o fumo passivo. Quase 80% dos mais de um bilhão de fumantes em todo o mundo vivem em países de baixas e médias rendas, onde o peso das doenças e mortes relacionadas ao tabaco é maior.


    Anualmente, em 31 de maio, a OMS e seus parceiros comemoram o Dia Mundial sem Tabaco para alertar sobre os riscos do tabagismo e defender políticas para reduzir o consumo de tabaco. Para 2019, a OMS definiu o tema TABACO E SAÚDE PULMONAR para ser trabalhado internacionalmente. A campanha deste ano pretende aumentar a conscientização sobre:

    • O impacto negativo que o uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo exercem sobre a saúde pulmonar, do câncer de pulmão às doenças respiratórias crônicas, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que inclui bronquite e enfisema.

    • O tabaco fumado, em qualquer uma de suas formas, é responsável por até 90% de todos os cânceres de pulmão.

    • O papel fundamental que os pulmões desempenham na saúde e no bem-estar de todas as pessoas. Além de alertar sobre:

    • As ações viáveis e as medidas que os principais públicos-alvo, incluindo governos e a população, podem tomar para reduzir os riscos que o tabaco representa para a saúde do pulmão.

    • As oportunidades que o público, governos e sociedade civil têm para assumir compromissos, a fim de promover a saúde do pulmão, protegendo as pessoas contra o uso de produtos de tabaco.


    O Dia Mundial sem Tabaco 2019 aborda o impacto que o tabaco tem sobre a saúde pulmonar de pessoas em todo o mundo. O consumo do tabaco é um fator de risco importante para o desenvolvimento de câncer de pulmão, DPOC, tuberculose, entre outras enfermidades pulmonares.


    Além disso, a exposição ao tabagismo passivo (ou seja, a exposição involuntária à fumaça do tabaco), em curto período, pode acarretar reações alérgicas — rinite, tosse, conjuntivite, exacerbação de asma. Em adultos expostos por longos períodos, o tabagismo passivo pode levar ao infarto agudo do miocárdio, câncer do pulmão e DPOC (enfisema pulmonar e bronquite crônica).


    Em crianças, a exposição passiva aumenta o número de infecções respiratórias. Bebês expostos ainda no útero às toxinas da fumaça do tabaco — por meio do tabagismo materno ou da exposição materna ao fumo passivo — frequentemente experimentam redução do crescimento e da função pulmonar. As crianças fumantes passivas apresentam uma grande chance de contrair problemas respiratórios (bronquite, pneumonia, bronquiolite) em relação àquelas cujos familiares não fumam. Além disso, quanto maior o número de fumantes no domicílio, maior o percentual de infecções respiratórias nas crianças que vivem com fumantes. É, portanto, fundamental que adultos não fumem em locais onde haja crianças, para que estas não sejam transformadas em fumantes passivos. Como seu organismo ainda se encontra em desenvolvimento, as crianças, especialmente as de pouca idade, são mais vulneráveis aos efeitos da exposição à poluição tabagística ambiental (INCA, 2018).


    Conscientize-se! #JuntosPodemosMais


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